Todas as peças são fabricadas na aldeia onde crescemos.
Nelas irão encontrar inspirações de outros tempos, com ligeiros ajustes/traços contemporâneos.

Trabalhamos cada modelo e temos a sorte e felicidade de acompanhar de perto a criação de cada molde, concebidos de forma artesanal, com recurso a técnicas tradicionais de ourivesaria portuguesa.

A criação das nossas peças apoia o comércio justo, local e sustentável.

 

A Marca

Janeiro Baião é uma marca portuguesa de joalharia.

Contemporânea, pontualmente com traços tradicionais, elegante e sofisticada, surge com um espírito ousado e, simultaneamente, gracioso.

Janeiro Baião tem as suas raízes num percurso secular de joalharia, que ao longo dos tempos se foi reajustando e libertando e que culmina agora numa marca progressista e influente, com resposta para os gostos mais cuidados.

A Janeiro Baião acompanha de perto a criação de cada molde, feito de forma artesanal, com recurso a técnicas tradicionais de ourivesaria portuguesa, contribuindo assim para um comercio sustentável.

 

A nossa história

1899 - A nossa história começa com o nosso avô João Maria, nascido em 1899. Regressado do Brasil, ainda jovem, ganhou a paixão pela joalharia e começou esta tradição que agora ousamos continuar.

 

1966 - O nosso pai Manuel, com 18 anos, estava a acabar o serviço militar e safara-se por pouco de ir para o Ultramar. Acabada a tropa, quis também dar continuidade à tradição familiar e em 1966 compra uma mota por 7 contos e arranca para o Alentejo para aprender o ofício com o seu irmão mais velho.

Esta foi a primeira venda do pai – um par de brincos que pesavam 1.7gr - O momento que manteria viva a sua herança.

 

2019 - Juntamo-nos com a vontade de trilhar o nosso caminho. Somos filhos e netos de um legado que tem de continuar vivo.

 

2021 - Hoje, os tempos são outros e as peças bonitas chegam a vós de outra forma.

Estreitámos caminhos e queremos estar perto de vocês.
Entregar-vos o vosso “par de brincos” com o significado que lhes quiserem dar!
 
A Janeiro Baião é tradição, mas é continuidade. É ser contemporânea e intemporal.